A escolha de uma música na publicidade ou jingle para embalar uma peça passa pelas mãos de agências e produtoras de som, influenciadas pelo cenário musical e tendências.

Campanhas podem ser planejadas por meses e envolver as mais diversas nuances criativas, mas pouco se fala da produção sonora como ferramenta para dar o tom emocional a uma peça. O uso de música na publicidade começou a se desenvolver das décadas de 20 e 30, entre grandes marcas como P&G, que utilizavam temas dramáticos para aumentar a atenção do consumidor e a resposta emocional, ao induzir o espectador a um certo tipo de humor.

No pós-guerra, o custo de licenciamento de música na publicidade fez com que marcas passassem a adotar jingles em larga escala, até que, na década de 80, o preço caiu e marcas passaram a adotar música contemporânea em suas peças. Da década de 90 até os dias de hoje, o campo de atuação para trilha sonora cresceu muito, e as parcerias com artistas e gravadoras se popularizaram em campanhas com a chancela de grandes hits e personalidades.

Atualmente, é preciso mais que sensibilidade para definir o que irá compor a narrativa sonora, tendo em vista o surgimento de novos formatos sonoros. Fernando Tomeu, criativo da agência Wunderman, explica como funciona o briefing para as trilhas. “Cada produtora tem seu jeito e forma de fazer. Trabalhar com música quando não se é músico envolve ouvido e emoção, então na agência pensamos no tipo de música que queremos colocar na peça ou no filme e mandamos para o cliente. A partir daí criamos uma narrativa”, conta.

Rafael Pitanguy, VP de Criação da Y&R, acredita que a criação da trilha não deve ser conduzida pela agência até “os 47 minutos do segundo tempo”, para só  então ser trabalhada com a produtora de som. “Enquanto criativos, sabemos apenas a intenção que aquela trilha deve passar, e então tem todo o trabalho da produtora e do artista convidado. Não se trata só da trilha, mas na personalidade por trás da música. Se o personagem vai ser protagonista, vai ser diferente de uma música na publicidade que preenche uma campanha. As marcas estão trabalhando mais com músicas originais e menos com jingles, que era aquela repetição ‘chiclete’”, avalia.

Entre as tendências cada vez mais marcantes nesta indústria, está a tríade entre agências, artistas e gravadoras independentes e marcas, através da criação de canções originais de bandas e artistas, feitas sob medida para marcas de acordo com o produto ou campanha. Marcas como Itaipava e Avon já fizeram suas músicas proprietárias com artistas como Gabriel O Pensador, Karol Conka e Mayara & Maraisa.

Antes, costumávamos fazer algo arroz e feijão, mas a relação com agências está amadurecendo. Hoje apresentamos cada vez mais trilhas diferentes e compostas, a organicidade é tendência. Tem marcas que ainda precisam do jingle por uma questão de público, pois o público no Brasil não está preparado para só escutar música de primeira e complexa. Ao mesmo tempo há também grandes marcas que precisam da figura e das imagens de determinados artistas, então colocam um hit que já existe e que casa bem com o produto. Contudo, cada vez mais marcas se arriscam e criam do zero”, explica Lelê Terpins, diretora de inovação e novos negócios da produtora A Voz do Brasil.

Para Arthur Abrami, da produtora Punks S/A, focada em trilhas e licenciamento de músicas, a parceria com artistas é um formato muito interessante para todas as partes envolvidas. “Para os artistas é interessante porque eles buscam o investimento e precisam de engajamento, e as marcas tem interesse em impulsionar o que fizeram juntos”, diz.

Segundo Lelê, as produtoras passaram um longo período presas às referências passadas pelas agências. Neste formato tradicional, a agência manda o briefing  e a produtora produz a trilha a partir de uma série de referências, que podem ser desde músicas já existentes e até instrumentos e estilos. Cada produtora, por sua vez, têm seus produtores e maestros para criação de arranjos “parecidos” com as referências.

Pedro Luce, que cuida dos negócios publicitários do estúdio Freak, afirma que o contato com as agências e marcas às vezes é um pouco conturbado, e que muitos clientes mudam de ideia de última hora, meses após o desenvolvimento de um projeto de som. “Agências às vezes são inseguras e quem acaba sofrendo são as produtoras: o que mais acontece é mandarem uma referência que tem que ser praticamente copiada, para que façamos uma música prima dela. Marcas às vezes querem se aproximar demais de uma referência, e a produtora de som é vista como um mero instrumento. Quanto maior a marca e o dinheiro, há menos espaço para fazer coisas novas”, pondera.

Para ele, no entanto, a vantagem de se fazer uma música original é não correr o risco de associar um produto à trechos indesejáveis de uma canção já existente, ou à um discurso polêmico que uma banda ou artista possa ter fora do âmbito de uma campanha. Fernando, da Wunderman, acredita que a chave para se trabalhar com artistas é trazer personalidades que tenham a ver com o que está sendo falado, em vez de trabalhar a música pela música.

Arthur, da Punks S/A,  vê na figura do supervisor musical uma importância cada vez maior, pois é ele que trabalha junto a criativos. “Ele ajuda a definir se é melhor fazer uma parceria com artista e usar uma já consagrada música na publididade e embarcar no sucesso dela, ou se quer construir algo original ou lançar algo de uma banda nova”. A produtora, que tem matriz em Nova York, ainda conta com um catálogo de cerca de 300 mil músicas para licenciamento.

Assim como Lelê, ele prevê a morte da trilha chamada “branca”, com pouca personalidade e utilizada apenas para “cobrir” as imagens. Aos poucos, segundo Arhur, estão surgindo empresas especializadas para para distribuição e parcerias entre marcas e artistas.

Sound Branding

Marcas também investem muitas vezes em assinaturas musicais, que funcionam como uma logo sonora e assinam todas as peças de comunicação de uma marca. “Pode ser uma vinheta de patrocínio ou de conteúdos para internet, uma trilha sonora com diferentes versões e arranjos diferentes, e até mesmo o jeito de falar dos textos e os sons associados a um produto. O sound branding é uma categoria muito maior que transforma o conceito da marca em som”, afirma Zanna Lopes, produtora da Zanna Sound.

Para ela, formatos como o jingle já estão datados, pois as pessoas querem uma relação mais íntima com o conteúdo em todos os aspectos. “As pessoas não querem mais ouvir uma voz que grita na televisão ou no rádio. É preciso pensar na sensação que a sonoridade remete, e envolver o cliente em uma relação quase pessoal”, disse, usando como argumento  marcas como a Apple, que têm uma identidade sonora que já é parte do cotidiano das pessoas, em seus celulares e dispositivos.

É algo que está ganhando força, aquela assinatura que identifica a marca, mas não está presente no comercial e campanha toda. Isso traz uma identidade mas não ocupa todo o espaço de uma peça”, acrescentou Rafael.

 

Fonte: Meio e Mensagem

O MP3 está sendo aposentado – O Fraunhofer Institute, responsável pelo licenciamento do formato, anunciou que está encerrando o programa de licenças da codificação de áudio responsável por popularizar a música no formato digital durante os anos 1990 e 2000.

 

Exatamente 24 anos depois do seu lançamento, o finalmente o MP3  está sendo aposentado. Na última sexta-feira (12), o Fraunhofer Institute, responsável pelo licenciamento do formato, anunciou que está encerrando o programa de licenças da codificação de áudio responsável por popularizar a música no formato digital durante os anos 1990 e 2000. Falando em bom português: o MP3 “morreu”.

Apesar de muito popular, há tempos o MP3 é reconhecidamente ultrapassado quando comparado com outros formatos disponíveis na atualidade, como OGG e AAC. Este, inclusive, foi apontado pelo Fraunhofer Institute como o novo padrão utilizados em downloads e streamings de músicas e vídeos na atualidade, o que também justifica a aposentadoria do formado criado pelo instituto alemão no final dos anos 80. Falando nisso: Existe diferença entre vídeo em streaming e “on demand”?

Apesar de haver codecs de áudio mais eficientes e com recursos avançados, o MP3 ainda é bastante popular entre os consumidores”, registra o diretor de marketing, áudio e tecnologias de mídia do Fraunhofer, Matthias Rose. “Contudo, a maioria dos serviços de média, como streaming ou transmissões de rádio e TV, usam codecs ISSO-MPEG modernos como a família AAC ou, no futuro, o MPEG-H.”

O fim de uma era

Segundo o comunicado divulgado pelo instituto, os formatos mais modernos garantem “mais recursos e uma qualidade de áudio superior a muito menos bitrates do que o MP3”. Em suma, o formato que todos nós amamos e que deu nome a dispositivos de reprodução de áudio, além de ter levado ao topo e à lama programas como Napster e Kazaa, finalmente está saindo de cena.

É claro que outros desenvolvedores ainda vão apresentar novas atualizações para o formato, mas é difícil que ele tenha outro destino que não o ostracismo. A adoção cada vez maior dos formatos mais recentes deve, muito em breve, superar com folga o MP3. Assim, esses três caracteres clássicos se juntam ao disquete, ao VHS e à fita cassete no imenso e infindável cemitério da tecnologia.

 

Com informações do Tecmundo

O diretor da Rede diretor da Rede Jovem Pan (Jovem Pan FM, Jovem Pan AM e Jovem Pan News), Paulo Machado de Carvalho Neto, mais conhecido como Paulito, foi reeleito por unanimidade como presidente da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo (AESP). A assembleia que ratificou a indicação da atual diretoria da associação (que agora conta com o radiodifusor Carlos Hernandes)  foi realizada na manhã desta terça-feira (16) no Hotel Transamérica, na capital paulista.

 

Paulito, como é conhecido no meio, vai continuar no comando da entidade paulista por mais dois anos. Ele foi eleito em 2015 para suceder o então presidente Rodrigo Neves, que presidiu a associação anteriormente por dois mandatos. 

 

Com Paulito no comando, a AESP manteve seu trabalho junto aos radiodifusores paulistas e do Brasil atuando em pautas como a migração AM-FM, desoneração da folha de pagamento da radiodifusão, entre outras. A entidade também manteve o RoadShow, evento que reúne radiodifusores e profissionais para discussão de assuntos importantes envolvendo a radiodifusão no início de maio. 

 

A primeira fase do evento ocorreu em São José do Rio Preto, Araçatuba e Presidente Prudente, que já receberam a caravana da AESP e do SERTESP, com o patrocínio da Informa. Em breve, a AESP vai divulgar as cidades da segunda fase do evento.

 

Atualmente, Paulito é diretor da Rede Jovem Pan (Jovem Pan FM, Jovem Pan AM e Jovem Pan News), além de já ter atuado como presidente da ABERT entre os anos de 2000 e 2004. João Monteiro de Barros Neto, o atual vice-presidente, vai permanecer na função no próximo mandato. Além disso, o engenheiro Eduardo Cappia também dará continuidade aos trabalhos no Comitê Técnico da Associação.

 

 

Um dos maiores encontros de tecnologia para radiodifusão acontecerá em Campinas, no Hotel Vila Rica, no dia 09 de junho, das 8h às 17h00.

O segundo Techdays de 2017 terá a participação de empresários do setor e especialistas em tecnologia. A inovação como diferencial para o rádio, playlist digital e os desafios do rádio em tempos de internet serão alguns dos temas abordados.

O Mobi ABERT, aplicativo integrador de rádio, que já reúne mais de 2,2 emissoras, será apresentado aos radiodifusores da região pela coordenadora do app, Tainá Farfan.

O diretor da ABERT, André Cintra, participará do encontro no painel sobre o processo de migração do rádio AM para o FM.

Já a presidente do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco, será a palestrante do painel “Jornalismo profissional no combate às notícias falsas”.

A ANATEL também estará presente falando sobre as suas competências para manter as emissoras em dia.

O Techdays CAMPINAS é promovido pela Embrasec Editora e Eventos e pela Revista Radioenegocios.com, com apoio da ABERT e da AESP.

As inscrições estão abertas pelo site www.radioenegocios.com.br , clique no banner do Techdays Campinas a esquerda do site e siga as instruções de inscrição.

O Techdays disponibiliza, gratuitamente, um spot de 45 segundos (disponível no site da ABERT e também segue anexo) para as emissoras de rádio que quiserem divulgar o evento.

Ouça abaixo o SPOT do TECHDAYS CAMPINAS

 

 

 

Transmita a programação de sua rádio de qualquer lugar através de um tablet ou smartphone com o Aires Mobile Studio.

 

Miami, Florida – 02 de Maio de 2017 – A Playlist Software Solutions INC apresentou durante a NAB SHOW 2017, que aconteceu no final de Abril em Las Vegas-NV, um sistema totalmente inovador para o mercado de rádio, que promete revolucionar a forma de gerenciar e transmitir conteúdos em áudio. O sistema Aires Mobile Studio traz consigo toda simplicidade e potencialidade dos apps para tablets e smartphones e da arquitetura cloud computer.

 

É uma nova geração de software para emissoras de rádio e aficionados, uma mudança que oferecerá mais mobilidade para as transmissões externas, com baixo custo operacional, alto ganho em produtividade e qualidade. O sistema é um ambiente virtual, totalmente inovador para o meio, e com certeza mudará o modo como se faz o rádio”, disse Ronney Guimarães, CEO da Playlist INC.

 

O conjunto de tecnologias contidas no Aires Mobile Studio oferece significativos benefícios ao rádio. Primando pela simplicidade, o sistema permite a qualquer pessoa, com um smartphone ou tablet, microfone USB e o APP do Aires produzir e transmitir uma programação completa, que proporcionará:

 

> mais interatividade: aproximação com seu público/ouvinte e anunciantes, gerando mais audiência e credibilidade;

> transmissão de qualquer lugar: toda programação pode ser transmitida desde um estádio de futebol, uma igreja, uma unidade móvel, etc. Basta apenas ter uma conexão com a internet;

 

* baixo custo operacional: todo processo de execução e transmissão da programação se faz om equipamentos acessíveis e estrutura simplificada;

 

> gerenciamento do conteúdo: armazenamento, produção e controle do conteúdo em tempo real com a tecnologia cloud;

> disponibilidade: apresentadores, Dj´s, estações de rádio e todos aqueles que tem o desejo de transmitir conteúdos poderão ter acesso aos serviços e aplicações.

 

Todo o sistema é composto por:

 

> serviço cloud, que armazena todo conteúdo na nuvem;

> portal web, onde é realizado toda produção da programação musical e comercial, baseado em tecnologia cloud;

> APP Aires Mobile Studio, utilizado nos smartphones e tablets para reprodução da programação da rádio e sua transmissão;

> APP Airescast, utilizado por repórteres, que se agrega ao Aires Mobile Studio, complementando o ambiente de transmissão externa.

 

Para utilizar o Aires Mobile Studio, o usuário precisa aderir a um plano de assinatura – que é oferecido de acordo a sua demanda. Nos primeiros meses, os APP´s do Aires Mobile Studio estarão disponíveis apenas para dispositivos Apple: iPhones e iPads. Os interessados em testar gratuitamente o sistema devem se inscrever no portal web https://aires.studio. Todo o sistema está disponível em três idiomas: português, inglês e espanhol.

 

A Playlist revolucionou o mercado de automação de emissoras de rádio em 1995, com o lançamento do Playlist Digital. Em 2005, mais um salto de evolução tecnológica com o Playlist Digital 5.0. Agora, surpreende novamente, com um sistema inédito de automação de rádios completo, que agrega armazenamento, produção e transmissão, utilizando-se das tecnologias cloud e móveis.

 

A Playlist Software Solutions INC, sediada em Miami-FL, é subsidiária da Playlist Soluções Ltda, com sede em Ipatinga- MG – Brasil. A empresa atua no desenvolvimento de softwares para automação de emissoras de rádio desde 1995, com mais de 2500 clientes nas Américas, África e Europa. Mais Informações: https://aires.studio

 

De acordo com levantamento da Kantar Media, a publicidade em meios tradicionais e digitais coexistem no mundo dos adultos conectados. O instituto analisou o comportamento dos consumidores em cinco mercados pelo mundo (Brasil, China, França, Reino Unido e Estados Unidos) e chegou à conclusão de que 50% dos entrevistados acessam as mídias online pelo menos uma vez por dia.

 

A pesquisa mostrou que a maioria dos entrevistados consideram “publicidade” o que é veiculado no rádio, em sites, na TV e impressos. Já para 67%, publicidade são patrocínios veiculados em programas de rádio e TV. Outro dado importante que envolve o Rádio é que 91% dos 5.213 entrevistados nos cinco mercados ouvem rádio e 68% ouvem rádio on-line

 

Além disso, este público continua lendo, vendo e ouvindo conteúdo através de formatos já estabelecidos. “A visão do público em relação à publicidade em meios tradicionais ou digitais varia de acordo com a forma de mídia usada pelas marcas”, afirma Orlando Lopes, CEO da Kantar IBOPE Media. 

 

Uma parcela relevante dos consumidores percebe de forma mais positiva a publicidade em meios tradicionais do que nos formatos online: 75% dos entrevistados declararam gostar, achar divertido ou não se incomodar com publicidade offline. Esse número cai para 61% quando se trata de anúncios online. 

 

Consumidores são geralmente receptivos à publicidade em meios tradicionais, mas o impacto excessivo em plataformas digitais enfraquece os esforços de marketing das marcas; 71% dos entrevistados afirmam que veem o mesmo anúncio diversas vezes e os consideram repetitivos. A frequência excessiva e o uso não sofisticado de redirecionamento, para entrar em contato com aqueles que já compraram, podem ser algumas das razões pelas quais 20% dos adultos conectados optam pelo uso de bloqueadores de anúncios”, explica Orlando.

 

As informações fazem parte do Dimension, novo estudo internacional da Kantar Media sobre as atitudes dos consumidores e do mercado publicitário. Para este levantamento, a Kantar Media entrevistou 5.213 “adultos conectados” (maiores de 18 anos) nos cinco maiores mercados publicitários do mundo: Brasil (1.097 entrevistados), China (1.067), França (1.000), Reino Unido (1.035) e Estados Unidos (1.014). Foram considerados “adultos conectados”, pessoas com acesso à internet por computador/laptop (em casa ou no trabalho) e por dispositivo móvel pessoal (smartphone ou tablet).

 

As entrevistas foram conduzidas pela Lightspeed, em nome da Kantar Media, entre 19 de outubro e 14 de dezembro de 2016. Todas as entrevistas foram realizadas pelo método CAWI (entrevista web assistida por computador). 

 

A Kantar Media também entrevistou 40 líderes de indústria baseados no Brasil (12), França (9), Reino Unido (12) e Estados Unidos (7). Muitos têm papéis globais ou regionais que abrangem uma área geográfica maior do que a base original. 14 líderes são ligados a agências (publicitárias, mídia ou RP), 10 são anunciantes, nove são proprietários de empresas de mídia, e sete são ligados a organizações de ad-tech e trade.

 

Com informações do Kantar Ibope Media

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