Não há limites para o universo digital e, muitas vezes, as inúmeras possibilidades deixam os radiodifusores confusos, sem saber o que fazer ou para onde ir. Um grande desafio é a geração de renda por meio da transmissão por streaming. A ABERT criou, no projeto MobiAbert, oportunidades gratuitas para o radiodifusor usufruir de diversas oportunidades de monetização. Conheça algumas:

 

O aplicativo integrador MobiAbert e o site integrador MobiAbert Play são plataformas integradas que geram relatórios de audiência para o radiodifusor. Os dados e gráficos, disponíveis no login da rádio, permitem que a emissora saiba quem é seu ouvinte, de qual região, idade e sexo, além de disponibilizar números de plays e ouvintes únicos. Essas informações (preciosas!) podem ser utilizadas em pacotes de publicidade.

 

Os apps exclusivos das rádios, também disponibilizados pelo projeto, possuem, além das informações sobre audiência, espaços dedicados para publicidade. É possível, por exemplo, adicionar banners nas telas e spots na programação.

 

Tanto no integrador, quanto no exclusivo, é possível criar campanhas com interação, já que o ouvinte pode enviar mensagens escritas, de áudio, e com imagem, e o locutor pode responder enquanto transmite a programação ao vivo.

 

O aplicativo integrador MobiAbert reúne 2,3 mil emissoras e é o maior do Brasil. Para fazer o download, basta procurar “MobiAbert” na loja do seu smartphone Android ou iOS. Para os aplicativos exclusivos, a ABERT cobre os custos iniciais e ainda paga os primeiros 6 meses de manutenção para a rádio. Após esse período, a emissora passa a pagar apenas um salário mínimo por ano.

 

Para receber o login ou solicitar sua participação no projeto, basta entrar em contato pelo (61) 2104 4645, 0800 940 2104 ou mobiabert@abert.org.br.

 

mobiabert

 

Texto: Tainá Farfan da Abert

 

Abratel discute com o MCTIC o futuro da radiodifusão na faixa estendida

Na tarde de terça-feira (27), o presidente da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), Márcio Novaes e o diretor geral da Associação, Álvaro Vasconcelos, receberam a Secretária de Serviço de Comunicação Eletrônica, Vanda Nogueira, o assessor especial do Ministro, Dulcídio Oliveira e o chefe de assessoria parlamentar, Moisés Moreira para pedir que a indústria já produza aparelhos de rádios com a tecnologia específica para faixa estendida.

A Abratel, preocupada com o futuro da radiodifusão, solicitou que o ministério apoie e incentive a referida mudança para garantir a audiência das emissoras nos mais diversos meios, inclusive no celular. O Ministério informou que já tratou do tema com alguns representantes da indústria para que eles fiquem atentos a essa alteração, que é um marco histórico para a comunicação brasileira.

Para o presidente da Abratel, o objetivo da associação com relação às rádios FMs é trabalhar ao máximo para que a indústria se prepare a atenda as novas rádios que poderão ingressar na faixa estendida. “Vamos atuar junto ao Ministério, outros órgãos do Governo e à indústria, bem como a todos que estão envolvidos nesse processo para que possamos estar, o mais breve possível, preparados para recepção dessa faixa e ampliar o mercado e as oportunidades para o radiodifusor. Essa é a missão da Abratel a partir de agora”, enfatizou Novaes.

A secretária de Serviços de Comunicação Eletrônica explica que a primeira etapa já está sendo realizada e deve ser finalizada em dezembro. “A segunda etapa será uma reanálise do espectro junto à Anatel para ver se conseguimos tirar algumas frequências de rádios nessa reavaliação, sem necessariamente utilizar a faixa estendida. E a terceira etapa é a faixa estendida, que foi deixada por último, porque nós precisamos chegar nela junto com o receptor. Eu não posso chegar antes do receptor, porque eu vou dar uma frequência para uma empresa que vai migrar sem que ela tenha ouvinte. Então nós estamos já trabalhando isso, junto com os fabricantes. A Abratel vai nos ajudar também, junto ao Ministério da Indústria e Comércio e junto ao setor como um todo, porque nós não podemos dar uma frequência que não será ouvida, nem utilizada pelo radiodifusor”, explicou.

A Migração AM para FM

Quase 1500 rádios AM, das 1781 existentes no Brasil, solicitaram a migração para o FM. Em uma primeira etapa, cerca de mil emissoras poderão operar na faixa atual de FM, de 88 a 108 MHz. As demais emissoras terão que esperar concluir o processo de digitalização da TV para liberação da faixa estendida, de 76 até 108 MHz. Ao migrar para a faixa FM, as rádios melhoram a qualidade do sinal de transmissão e passam a ser sintonizadas em dispositivos móveis, que é o futuro da radiodifusão.

Por Raphael Augustus
Assessoria de Comunicação – Abratel

Mais de 50 emissoras de rádio do estado de São Paulo assinarão, no dia 23 de junho, os termos aditivos de adaptação das outorgas para a migração do AM para o FM. Este é um dos últimos passos para a rádio começar a operar na nova frequência.

 

Após a assinatura, a emissora precisa realizar o projeto de instalação e obter a aprovação de local e uso de radiofrequência.

 

O mutirão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) já passou pelos estados de Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Tocantins e Rio Grande do Sul e tem como objetivo acelerar o processo de migração em todo o país. Mais de 500 emissoras já assinaram o termo aditivo de migração.

 

Quase 1500 emissoras AM, das 1781 existentes no Brasil, solicitaram a migração para o FM. Nesta primeira etapa, cerca de mil emissoras poderão operar na faixa atual de FM, de 88 a 108 MHz. As demais emissoras terão que esperar concluir o processo de digitalização da TV para liberação da faixa estendida, de 76 até 108 MHz.

 

A cerimônia de assinatura será no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo de São Paulo, às 10h e terá a presença do ministro Gilberto Kassab e de representantes da ABERT. Confirmação de presença pelo e-mail: cerimonial@mctic.gov.br ou pelo telefone (61) 203-8774.

 

Com informações da Abert

No seminário “Confiança no Ambiente Digital”, organizado pela Sepin, especialistas afirmaram que falta um organismo aceito internacionalmente para estabelecer normas e sanções em caso de ataque cibernético.

 

A criação de um organismo internacional para regulação e sanções em casos de ataques cibernéticos aumentará a estabilidade e a segurança do ambiente digital em nível global. A medida foi discutida durante o seminário “Confiança no Ambiente Digital”, organizado pela Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), na última quinta-feira (8).

 

De acordo com o chefe da divisão da Sociedade da Informação do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Carlos da Fonseca, diferenças de posicionamento entre os países podem trazer prejuízos coletivos no futuro. “Falta um foro global e que seja amplamente aceito internacionalmente. Como não há consenso entre os países, acaba se criando uma clivagem entre os atores. E essas diferenças podem ter consequências negativas no médio e longo prazo, por conta das dificuldades em se acertar medidas comuns entre as nações”, disse.

 

Na avaliação do coordenador-geral de Agenda Digital da Secretaria de Política de Informática (Sepin) do MCTIC, Daniel Brandão Cavalcanti, um dos meios para reduzir os atritos entre as nações é a formalização de acordos internacionais que estipulem o conceito de atribuição. Por esta concepção, o país de onde partiu o ataque fica responsável por punir o eventual criminoso.

 

“Se você é capaz de detectar a origem ou a jurisdição de onde partiu esse ataque, tem responsabilidades no contexto internacional sobre essas ações criminosas. Se existe um consenso internacional no reconhecimento de que a origem do ataque, seja de um ator estatal ou de um criminoso, então a jurisdição de onde partiu esse ataque tem responsabilidades para lidar com esse problema. Isso parece ser uma maneira inteligente e impositiva de lidar com essa questão”, destacou Cavalcanti.

 

Para a vice-presidente Jurídica e de Assuntos Corporativos da Microsoft Brasil, Alessandra Del Debbio, é importante a interação entre governos, empresas de tecnologia e sociedade civil para garantir um ambiente digital mais seguro. Levantamento feito pela empresa apontou que 64% dos negócios ao redor do mundo temem ser hackeados no ano que vem. Até 2020, ataques cibernéticos devem causar prejuízos da ordem de US$ 3 trilhões em todo o mundo.

 

“Precisamos criar soluções conjuntas, criar um conceito de gestão e responsabilidade compartilhada no ambiente digital. Os ataques cibernéticos são um problema com potencial de crescimento. Hoje, o setor privado é a linha de frente na defesa no ambiente digital. Mas podemos fazer mais e melhor com esses atores atuando juntos”, defendeu.

 

Compartilhamento de informações

As dificuldades em obter informações junto às empresas criam problemas na esfera judicial brasileira. A coordenadora do Grupo de Trabalho de Crimes Cibernéticos da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão da Procuradoria Geral da República (PGR), Neide de Oliveira, citou casos em que o Poder Judiciário brasileiro esbarrou em diferenças legais de outros países, o que impediu a célere elucidação de crimes em que foram utilizados recursos cibernéticos, como aplicativos de mensagens instantâneas. Segundo ela, é preciso aperfeiçoar os acordos bilaterais dos quais o Brasil é signatário para otimizar o tempo de resposta das autoridades estrangeiras.

 

“No Brasil, se o provedor atuar aqui, não precisamos requerer informações às sedes no exterior. Mas precisamos de cooperação internacional para acessar dados de delitos que passam por provedores no exterior. Só que, devido à burocracia, as respostas demoram entre um e dois anos. Muitas vezes, a punição ao crime se torna inviável por conta dessa demora. O cerceamento a crimes cibernéticos precisa de celeridade, o que não temos atualmente”, apontou.

 

Também participaram do debate o chefe da Assessoria Internacional da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Jeferson Fued Nacif; o gerente-executivo de Segurança da Informação e Gestão de Continuidade de Negócios da Telefonica, Alberto Baxauli Moscardo; e a analista de segurança do Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), Miriam von Zuben.

 

 

Fonte: MCTIC

Foto: Ascom/MCTIC

Quarenta e cinco emissoras de rádio do Paraná deram um importante passo para a migração de AM para FM, na manhã desta segunda-feira (05). Em evento no Palácio Iguaçu, na capital, os radiodifusores assinaram com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) o termo aditivo que garante a mudança de faixa. A mudança é uma reivindicação dos radiodifusores de todo o país, que com o crescimento urbano vêm sofrendo com a perda de estabilidade do sinal.

Participam da solenidade, o Ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, o Governador do Paraná, Beto Richa, o presidente da AERP, Alexandre Barros, o presidente do SERT/PR, Caique Agustini, o membro do Conselho de Administração da ABERT, Daniel Pimentel Slaviero, além dos radiodifusores e empresários do meio. Durante o evento, os proprietários das emissoras assinaram o termo aditivo que adapta as outorgas de concessão e autoriza a mudança de frequência.

O ministro Gilberto Kassab ressaltou que a migração de AM para FM irá trazer mais confiança e investimentos, que se transformarão em informação com maior qualidade. “A modernização permite, além de um som de melhor qualidade, mais segurança para que os radiodifusores possam investir mais”.

 Segundo o governador Beto Richa, há bastante tempo o estado está em sintonia com os interesses da radiodifusão. Ele lembrou que o Governo Estadual disponibilizou uma linha de crédito da Fomento Paraná, no valor de R$ 10 milhões. Os recursos são da linha Banco do Empreendedor Micro e Pequenas Empresas. “Com esta linha, garantimos que todas as rádios tenham recursos para essa migração e condições financeiras de modernizar seus equipamentos”, disse o governador.

Também prestigiaram a solenidade, as seguintes autoridades: a vice governadora, Cida Borghetti; o ministro da Saúde, Ricardo Barros; o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni; o deputado federal, Sandro Alex; o presidente do BRDE, Orlando Pessuti; o secretário de Estado da Cultura, João Luiz Fiani; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano; o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel; o presidente da Fomento Paraná, Juraci Barbosa Sobrinho e os ex-presidentes da Aerp Paulo Pimentel (ex-governador do Paraná),  Dr. João Lydio Seiler Bettega e demais autoridades.

A força do rádio

A migração para a frequência FM é uma reivindicação dos radiodifusores de todo o país. “A mudança de faixa garante mais qualidade do sinal e a possibilidade de sintonia em celulares e tablets, os quais podem gerar melhores resultados em audiência e faturamento. Além disso, reforça o nosso trabalho de valorização do meio rádio, democrático, gratuito e acessível a todos”, afirmou o presidente da AERP, Alexandre Barros.

Para o presidente do SERT/PR, Caique Agustini o meio rádio e o ouvinte irão ganhar. “A migração da faixa AM para FM revigora a força do rádio. Os ouvintes irão ganhar com mais qualidade de áudio e diversidade de conteúdo”.

Tradição com qualidade

Entre as emissoras que irão migrar está uma das mais antigas da capital. Segundo Vacir Ferreira, diretor da Fundação Rádio Goioerê, com 54 anos de história, a migração representa mais que qualidade superior de sinal. “É uma virada de página. Os ouvintes estão exigindo cada vez mais qualidade e modernidade. A migração também irá permitir que a gente possa disputar o mercado com igualdade”, afirmou.

Para Pedro Elias Furquim Pereira, da Rádio Cultura de Iporã, a migração é a realização de um grande sonho, além de maior poder de disputa no mercado. “Perdemos muito espaço comercial com as emissoras FMs, a TV e a Internet. A migração é nossa maior luz. Vamos ressurgir com muito mais qualidade e com uma nova roupagem”.

O diretor das rádios Clube de Palmas e Difusora América de Chopinzinho, Ademilson Nazario Mensor, destaca a contribuição deste processo. “A migração representa um passo significativo na aproximação das rádios com os ouvintes, com mais qualidade, sem distorções e ruídos. A perspectiva de futuro é disputar o mercado e restabelecer o rádio”.

No Brasil

Quase 1500 rádios AM, das 1781 existentes em todo país, solicitaram a migração para o FM. Nesta primeira etapa, cerca de mil emissoras poderão operar na faixa atual de FM, de 88 a 108 MHz. As demais emissoras terão que esperar concluir o processo de digitalização da TV para liberação da faixa estendida, de 76 até 108 MHz.

Fonte: Aerp

Foto: Orlando Kissner/ANPr

Switch off libera a faixa de 700 MHz para o 4G. Cerimônia em Goiânia também marcou a migração de emissoras AM para FM. “Essas rádios vão possibilitar o acesso à comunicação de mais qualidade e com custos reduzidos”, afirmou.

 

O desligamento do sinal analógico vai melhorar a qualidade da imagem das televisões e vai proporcionar também uma grande mudança na oferta de internet 4G.  A avaliação do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, foi feita nesta quarta-feira (31), durante solenidade que marcou o início do processo de implantação do sistema de TV digital em Goiânia e em outros 28 municípios de Goiás. Durante o evento, também ocorreu o mutirão de migração de 15 rádios AM para a faixa de FM.

 

O desligamento da TV analógica, conhecido como switch off, vai liberar a faixa de frequência de 700 MHz para a oferta de 4G. “Com a liberação da faixa, a oferta dos serviços de telecomunicações será de mais qualidade para os cidadãos e também para os serviços públicos. É a internet chegando, com Goiânia e seu entorno se integrando ao mundo da Internet das Coisas. Esse passo de hoje é fundamental para isso”, afirmou o ministro.

 

O processo de transição do sistema analógico de TV para o sinal digital em Goiás vai ocorrer de forma progressiva nas próximas semanas e deve ser concluído até 21 de junho. A última pesquisa Ibope feita nos municípios goianos, entre os dias 15 e 26 de maio, constatou que 88% dos domicílios estavam preparados para receber o sinal digital de TV. Uma portaria do MCTIC estabelece o percentual mínimo de 93% para o desligamento das transmissões analógicas. Uma nova pesquisa para verificar o índice de recepção do sinal digital nas residências deve ser realizada em 14 de junho.

 

A distribuição gratuita de kits de antena e conversor digital continua nas próximas semanas para as famílias cadastradas em programas sociais do governo federal. A Seja Digital, responsável pela entrega, informou que já foram distribuídos 330 mil kits para os moradores da região, superando a meta prevista, que era de 290 mil. O conversor e a antena garantem a recepção do sinal digital nos aparelhos de TV mais antigos.

 

Durante a solenidade, o ministro lembrou o esforço do governo federal, de estados, emissoras de televisão e operadoras de telefonia no processo de implantação do sistema brasileiro de TV digital. Kassab frisou o empenho do setor de telefonia, que continua a fazer altos investimentos e contribui para o processo de modernização das telecomunicações no país.

 

Além da capital, Goiânia, o desligamento do sinal analógico de TV em Goiás vai atingir seguintes municípios: Abadia de Goiás, Abadiânia, Aparecida de Goiânia, Alexânia, Anápolis, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Bonfinópolis, Brazabrantes, Caldazinha, Campo Limpo de Goiás, Caturaí, Goianápolis, Goianira, Guapó, Hidrolândia, Inhumas, Itauçu, Leopoldo de Bulhões, Nerópolis, Nova Veneza, Ouro Verde de Goiás, Pirenópolis, Santa Bárbara de Goiás, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo, Terezópolis de Goiás e Trindade.

 

Migração AM/FM

Também em Goiânia foi realizado o quarto mutirão de migração de rádios AM para FM pelo MCTIC. O ministro assinou os contratos que permitem a mudança de faixa de 13 emissoras goianas e 2 do Tocantins. A mudança é uma reinvindicação das AMs, que sofrem com a perda de qualidade do sinal, de audiência e de faturamento.  Ao migrar sua operação para a faixa FM, as rádios também podem ser sintonizadas em dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

 

“Concretizamos hoje um sonho daqueles que militam no mundo das comunicações. Com a migração, essas rádios vão possibilitar a milhares de goianos o acesso a uma comunicação de muito mais qualidade e com custos reduzidos”, avaliou o ministro.

 

Para o governador de Goiás, Marconi Perillo, a migração é sinônimo de modernização do setor de radiodifusão e de democratização da informação. “O rádio é imbatível e está presente em todos os lugares, inclusive em muitas cidades do interior do Brasil. A migração significa mais qualidade, mais audiência, mais investimentos e mais empregos.”

 

Fonte: MCTIC

Foto: ASCOM/ MCTIC

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